Boa parte do software que escrevi nos últimos anos tem uma característica incomum: quando algo
quebra, dá para ver da janela. Uma fila travada é uma rua apagada. Um protocolo mal serializado
é um semáforo que não muda de estado. Isso muda o jeito de decidir arquitetura — confiabilidade
e observabilidade deixam de ser item de checklist e viram requisito de primeira ordem.
Hoje são 14.782 pontos de luz monitorados. Trabalho de ponta a ponta: firmware
conversando por MQTT, backend em Node.js e TypeScript
com PostgreSQL e filas, apps de campo em React Native usados por eletricistas em serviço,
e o painel web que a prefeitura abre para cobrar resultado. Fui responsável por levar essa plataforma
de mono-tenant para multi-tenant sem derrubar o app que a equipe de campo já usava
em produção — o tipo de refatoração que se paga em decisão de arquitetura, não em linha de código.
Hoje busco posições de Tech Lead, Arquiteto de Software ou Desenvolvedor Sênior,
onde esse repertório de sistemas distribuídos, integração física e operação real possa
escalar para um time maior.